Regresso!

Olá a todos!
Começa hoje mais um ano lectivo cheio de amigos, de livros e de de histórias para conhecer.
Embarquem connosco nesta aventura emocionante das nossas histórias!


Duas Altezas Radicais

Há muitos, muitos anos, existiu uma princesa que gostava muitos de desportos radicais. Mas o pai, com medo de que ela se aleijasse, durante o inverno, não a deixava sair de casa, pois quando ela se apanhava fora de casa, ia praticar desportos radicais.
Um dia, no alto da sua torre, ela viu um príncipe radical, que estava a participar na corrida de snowboard. Foi então que ela pensou que podia fazer uma corda com os lençóis da cama e participar também na mesma prova onde o príncipe estava inscrito. E assim foi. A princesa preparou-se para a corrida e pôs-se na linha de partida sem que o pai dela reparasse.
No fim da prova, o pai da princesa ouviu dizer que a sua filha tinha ficado em primeiro na competição e, por ela ter entrado na corrida, foi ralhar com ela:
− Já te disse mais que uma vez que não podes entrar nessas competições perigosas.
− Mas o pai sabe tão bem como eu que o meu sonho é ser campeã olímpica. E se o pai quer que eu seja feliz, tem de me deixar seguir o meu sonho.
− Acho que tens razão. Podes seguir o teu sonho. – sentenciou o pai, depois de pensar um pouco.
No dia seguinte, a princesa encontrou o príncipe sentado no banco do jardim e foi-lhe perguntar porque é que ele estava tão triste se afinal até tinha ficado em segundo lugar. Ele respondeu-lhe que o sonho dele era tal e qual o dela e então combinaram fugirem juntos e seguirem o seu sonho.
Na noite combinada assim o fizeram, e passados muitos meses já só se ouvia falar que o príncipe e a princesa eram grandes campeões olímpicos.

O grande tesouro

Numa tarde, o Nuno e os seus amigos, o Pedro e o Miguel, decidiram encontrarem-se para jogar à bola no campo de futebol novo. Quando lá chegaram, um grupo de adolescentes estava a meio de um jogo. E todos nós sabemos como são os adolescentes, pensam que são os maiores. Por isso, os três amigos decidiram brincar a outra coisa.
Pensaram, pensaram, mas não lhes ocorria nada. Decidiram então ligar a televisão. Nesse instante não conseguiram encontrar o comando, que por costume estava sempre em cima da mesa e, por isso, foram procurar numa gaveta. Nessa mesma gaveta, encontraram um mapa de um tesouro e aí acharam o que iam fazer. Disfarçaram-se de piratas e foram à procura do tesouro.
Primeiro foram à quinta do agricultor Alberto, como estava indicado no mapa. De seguida foram à Floresta Medonha (chama-se assim porque as árvores têm umas formas esquisitas e assustadoras). Depois passaram pela Colina Verde, onde a relva é macia e como indica o nome, é verde. Atravessaram também a Ponte dos Desejos e a Ponte do Azar (que por acaso foi aí que o Miguel tropeçou e caiu). Ainda passaram por uma aldeola que nem sequer tinha nome. Após a aldeola desconhecida apareceu um caminho de terra batida e era por aí que o mapa os levava. Atravessaram-no e viram uma casa no meio de uma imensa mata. Bateram à porta e um senhor muito alto de barbas longas apareceu e apresentou-se:
− Olá, crianças! Eu sou o Capitão Barbas Longas.
− Olá! – gritaram os três amigos em coro e de cabeça bem levantada (é que aquele senhor era mesmo bem alto; tinha  para aí uns dois metros).
− Já vi que encontraram o meu mapa do tesouro. − disse ele.
− Sim, nós encontrámo-lo e queremos a recompensa! − disse o Pedro.
− Então fiquem sabendo que a recompensa não é ouro nem dinheiro, mas sim a verdadeira amizade. – disse o Capitão.
Com estas palavras os amigos abraçaram-se e foram para casa, contentes.

O baile dos príncipes

Era vez uma princesa chamada Alice que vivia em Terabitia e passava a maior do tempo no seu jardim a cantar.
O seu pai era rei do golfe. A rainha Maltide adorava dançar.
A princesa queria ter um príncipe e pediu aos pais para anunciar um baile de máscaras em que estivessem presentes os doze rapazes ou príncipes mais bonitos de Terabitia.
A rainha e o rei concordaram e pediram ao Jerónimo para fazer o trabalho de anunciar a festa.
Na noite seguinte, estavam onze rapazes e o baile estava animado. A certa altura, entrou mais um príncipe no baile. Ela reparou que era um rapaz rico. Além disso, era bonito. A princesa disse que era aquele príncipe que queria para a acompanhar.
E finalmente a princesa Alice viveu feliz para sempre.

A armadilha dos animais

O leão ficou espantado com a artimanha do coelho. Quando os animais passavam, o rei pedia ajuda, mas eles não lhe ligavam nenhuma. Por fim, passou o último animal que lhe deu uma dica: roer as cordas.
O rei leão começou a roer. Roeu tanto até que rompeu as cordas. Quando viram o rei leão a soltar-se, começaram todos a fugir para as suas casas.
O coelho juntou todos os animais para fazer uma armadilha ao rei. Pensaram, pensaram até que tiveram uma ideia: pôr armadilhas à volta do castelo. 
Com bastante trabalho, os animais conseguiram colocar as armadilhas à volta do castelo. Quando o leão saiu de lá, caiu na armadilha dos animais.
Eu tenho três animais, dois cães e um gato.
Um dos meus cães é o Chucky, um labrador retriever misturado com boxer brincalhão que, por mais cansado que esteja, quer sempre brincar. Eu passo ao lado dele e ele vai buscar o seu osso laranja (de borracha) para brincar. O problema é que ele quer que lhe tiremos o osso da boca, o que é muito difícil.
Ele é muito inteligente.
Uma vez eu deixei uma bolacha debaixo do sofá para ver se ele a encontrava. Ele chegou lá, cheirou o sofá e começou a tentar escavar para dizer que a bolacha estava ali. Eu tirei de lá a bolacha e dei-lha.
Ele ainda é pequenino, pois ele ainda só tem uns cinco meses.
O meu outro cão chama-se Nero, um cocker spaniel, que é um cão muito pequeno, brincalhão e muito inteligente também. Ele está preso por uma corrente pois ele é muito activo e nunca pára quieto. Ele adora andar de carro e vai sempre muito feliz lá dentro, quer seja a espreitar a janela, quer seja a lamber-me.
Há uns tempos, eu estava a andar de bicicleta e ele queria andar comigo. Por isso, rebentou com a argola da corrente e veio ter comigo. Começou a lamber-me até eu parar a bicicleta, pois não o queria aleijar. Depois tive de o prender de novo e dei-lhe uma bolacha (ele gosta muito de bolachas).
E tenho o meu gato/gata, que ainda não sei se é macho ou fêmea, pois ainda é bebé. Eu ainda não o vi, pois ele está sempre escondido com a sua mãe, mas a minha família já o viu. Vamos chamar-me Mia ou Tobias, conforme o sexo.

Uma aventura nas montanhas do tesouro

Era uma vez um rapaz que foi buscar frutos ao pinhal e acabou por ir parar a uma floresta tropical, onde havia muitos animais.
Então foi andando e encontrou umas montanhas. Tentou passar para o outro lado, mas não conseguiu. Depois pensou em subi-las, mas também não conseguiu, porque eram muito escorregadias e altas.
Andou muito e encontrou um vale nas montanhas, por onde conseguia passar. Então, passou por um poço cheio de crocodilos e por muitas mais aventuras, como um rio de lava, escorpiões, cobras...
Depois encontrou um homem numa jaula. O homem disse que aquilo era uma armadilha. Foi então que apareceu um grande leão. Este tentou atacá-lo, mas ele desviou-se e o leão foi parar ao sítio das cobras.
O rapaz continuou o seu caminho e encontrou um lugar cheio de ouro. Levou-o todo para casa e ele e a sua família fizeram uma festa, pois finalmente podiam viver desafogados com as despesas.

O Jorge e a Televisão

Uma semana antes de as aulas começarem, o Jorge só conseguiu olhar para a televisão. Uma semana depois, nas aulas, a Professora Amélia disse:
− Queridos alunos, para o vosso primeiro trabalho de casa, quero que façam um pequeno texto sobre o que fizeram durante as férias do Natal.
Nessa noite, o Jorge estava sem ideias. Afinal, tinha passado as férias em frente à televisão! Perguntou à mãe, mas ela respondeu:
− Querido, tens de dizer o que fizeste realmente durante as férias, ou seja, ver televisão! Depois, terás de ver a reacção da professora.
O Jorge assim fez. Apenas resumiu o seu texto numa frase: “Nestas férias não há nada para contar, pois estive sempre a ver televisão.”
No dia seguinte, na escola, o Jorge observou a cara da professora, enquanto ela lia a sua composição.
− Bom… − suspirou a professora, virando e revirando a folha (talvez estivesse à procura de mais algum texto) − Jorge, querido, este texto não está nada bom, nem grande. É verdade que estiveste as férias todas a ver televisão?
− Sim. − respondeu ele, muito envergonhado.
Nessa noite, Jorge teve um pesadelo muito assustador. Sonhou que, como castigo pela sua terrível composição, a professora tinha-o fechado numa assustadora e velha masmorra. Quando acordou, tomou uma decisão: nunca mais ia ficar parado à frente da televisão durante as férias. Será que o Jorge cumpriu essa promessa? Sim, pois no ano seguinte, o Jorge teve a melhor composição das férias de Verão da turma toda!
Não acreditam? Sabem que mais, eu sou o Jorge e vocês acabaram de ler a melhor composição das férias de Verão da minha turma!

O Coelho da Páscoa


Era uma vez um coelho que pela véspera da Páscoa se inscreveu no Concurso da Amendoeira. Esse concurso tinha como objectivo decidir quem era o Coelho da Páscoa. O objectivo do jogo era apanhar o maior número de amêndoas dentro do tempo limite, setenta e cinco minutos.

Todos os anos havia sempre o mesmo problema: o vencedor era sempre o mesmo, a lebre!

Quando começou o jogo, a lebre virou-se para ele e disse:

– Podes desistir, porque eu vou ganhar!

E o coelho disse:

Isso é o que vamos ver!

Entretanto ouve-se o apito da partida. Logo os dois começaram a correr em direcção à amendoeira. Passados quarenta e cinco minutos, a lebre estava a perder e o coelho a ganhar. Nos minutos finais, estavam empatados e só restava uma amêndoa. Correram os dois, mas a lebre caiu e o coelho, aproveitando-se deste azar da lebre, ganhou!

Nesse ano, em vez de ser a lebre a ganhar, foi o coelho o grande vencedor.



O Príncipe Perfeito


Era uma vez uma princesa chamada Isabel, muito bonita, que vivia num lindo palácio, situado numa aldeia, e que esperava um lindo príncipe, mas o seu pai era muito rígido.

Certo dia, o rei e a rainha, que se tinham casado aos dezoito anos, encontravam-se muito preocupados porque queriam seguir a tradição e a sua filha já estava a ultrapassar essa idade. Portanto, eles resolveram chamar vários príncipes que encantassem a sua filha.

Naquele dia, tinham que trazer uma prenda à princesa. Apareceram vários príncipes, mas uns eram muito cómicos e brincalhões, outros eram muito rudes, que a comerem pareciam um animal esfaimado.

Isabel já estava cansada de tanto homem “desgraça”, até que chegou um perfeito, num dia cheio de sol. Ele explicou que vivia longe, muito longe, mas Isabel ficou encantada. Ele era brincalhão, mas não muito. Era também meigo, beijoqueiro, trabalhador e gostava muito de ajudar. Por fim, ela decidiu casar-se com o príncipe.