Textos à solta
Somos alunos da turma C do 6.º ano do Agrupamento de Escolas de Pataias e gostamos muito de histórias! Este é o espaço para partilharmos convosco os textos que elaboramos para a disciplina de Língua Portuguesa.
Regresso!
Começa hoje mais um ano lectivo cheio de amigos, de livros e de de histórias para conhecer.
Embarquem connosco nesta aventura emocionante das nossas histórias!
Duas Altezas Radicais
O grande tesouro
O baile dos príncipes
A armadilha dos animais
Uma aventura nas montanhas do tesouro
O Jorge e a Televisão
O Coelho da Páscoa
Era uma vez um coelho que pela véspera da Páscoa se inscreveu no Concurso da Amendoeira. Esse concurso tinha como objectivo decidir quem era o Coelho da Páscoa. O objectivo do jogo era apanhar o maior número de amêndoas dentro do tempo limite, setenta e cinco minutos.
Todos os anos havia sempre o mesmo problema: o vencedor era sempre o mesmo, a lebre!
Quando começou o jogo, a lebre virou-se para ele e disse:
– Podes desistir, porque eu vou ganhar!
E o coelho disse:
– Isso é o que vamos ver!
Entretanto ouve-se o apito da partida. Logo os dois começaram a correr em direcção à amendoeira. Passados quarenta e cinco minutos, a lebre estava a perder e o coelho a ganhar. Nos minutos finais, estavam empatados e só restava uma amêndoa. Correram os dois, mas a lebre caiu e o coelho, aproveitando-se deste azar da lebre, ganhou!
Nesse ano, em vez de ser a lebre a ganhar, foi o coelho o grande vencedor.
O Príncipe Perfeito
Era uma vez uma princesa chamada Isabel, muito bonita, que vivia num lindo palácio, situado numa aldeia, e que esperava um lindo príncipe, mas o seu pai era muito rígido.
Certo dia, o rei e a rainha, que se tinham casado aos dezoito anos, encontravam-se muito preocupados porque queriam seguir a tradição e a sua filha já estava a ultrapassar essa idade. Portanto, eles resolveram chamar vários príncipes que encantassem a sua filha.
Naquele dia, tinham que trazer uma prenda à princesa. Apareceram vários príncipes, mas uns eram muito cómicos e brincalhões, outros eram muito rudes, que a comerem pareciam um animal esfaimado.
Isabel já estava cansada de tanto homem “desgraça”, até que chegou um perfeito, num dia cheio de sol. Ele explicou que vivia longe, muito longe, mas Isabel ficou encantada. Ele era brincalhão, mas não muito. Era também meigo, beijoqueiro, trabalhador e gostava muito de ajudar. Por fim, ela decidiu casar-se com o príncipe.